Sábado, 21 de Outubro de 2006

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Funcionários públicos na Europa





Fonte EUROSTAT                                          (publicado no Correio
da Manhã)

>
> Suécia .. 33,3%
>
> Dinamarca .30,4%
>
> Bélgica . 28,8%
>
> Reino Unido .27,4%
>
> Finlândia .26,4%
>
> Holanda .. 25,9%
>
> França .. 24,6%
>
> Alemanha .. 24%
>
> Hungria .. 22%
>
> Eslováquia .21,4%
>
> Áustria .. 20,9%
>
> Grécia .. 20,6%
>
> Irlanda .. 20,6%
>
> Polónia .. 19,8%
>
> Itália .. 19,2%
>
> República Checa..19,2%
>
> PORTUGAL .. 17,9%
>
> Espanha .. 17,2%
>
> Luxemburgo .. 16%
>

> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
>

> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
>
>
>
> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
dinheiro.

>
> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
pública.
>

> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
públicos na população activa.
>
> Assim se informa e se faz política em Portugal.
>
>
>
> NB: É necessário que divulgues este email pelo maior número de colegas e
amigos!
>




Funcionários públicos na Europa





Fonte EUROSTAT                                          (publicado no Correio
da Manhã)

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> Suécia .. 33,3%
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> Dinamarca .30,4%
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> Bélgica . 28,8%
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> Reino Unido .27,4%
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> Finlândia .26,4%
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> Holanda .. 25,9%
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> França .. 24,6%
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> Alemanha .. 24%
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> Hungria .. 22%
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> Eslováquia .21,4%
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> Áustria .. 20,9%
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> Grécia .. 20,6%
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> Irlanda .. 20,6%
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> Polónia .. 19,8%
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> Itália .. 19,2%
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> República Checa..19,2%
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> PORTUGAL .. 17,9%
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> Espanha .. 17,2%
>
> Luxemburgo .. 16%
>

> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
>

> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
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>
> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
dinheiro.

>
> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
pública.
>

> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
públicos na população activa.
>
> Assim se informa e se faz política em Portugal.
>
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>
> NB: É necessário que divulgues este email pelo maior número de colegas e
amigos!
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Funcionários públicos na Europa





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da Manhã)

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> Suécia .. 33,3%
>
> Dinamarca .30,4%
>
> Bélgica . 28,8%
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> Reino Unido .27,4%
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> Finlândia .26,4%
>
> Holanda .. 25,9%
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> França .. 24,6%
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> Alemanha .. 24%
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> Hungria .. 22%
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> Eslováquia .21,4%
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> Áustria .. 20,9%
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> Grécia .. 20,6%
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> Irlanda .. 20,6%
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> Polónia .. 19,8%
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> Itália .. 19,2%
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> República Checa..19,2%
>
> PORTUGAL .. 17,9%
>
> Espanha .. 17,2%
>
> Luxemburgo .. 16%
>

> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
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> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
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> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
dinheiro.

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> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
pública.
>

> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
públicos na população activa.
>
> Assim se informa e se faz política em Portugal.
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> NB: É necessário que divulgues este email pelo maior número de colegas e
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> Suécia .. 33,3%
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> Dinamarca .30,4%
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> Bélgica . 28,8%
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> Reino Unido .27,4%
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> Finlândia .26,4%
>
> Holanda .. 25,9%
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> França .. 24,6%
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> Alemanha .. 24%
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> Hungria .. 22%
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> Eslováquia .21,4%
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> Áustria .. 20,9%
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> Grécia .. 20,6%
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> Irlanda .. 20,6%
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> Polónia .. 19,8%
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> Itália .. 19,2%
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> República Checa..19,2%
>
> PORTUGAL .. 17,9%
>
> Espanha .. 17,2%
>
> Luxemburgo .. 16%
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> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
>

> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
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>
> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
dinheiro.

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> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
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> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
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>
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> NB: É necessário que divulgues este email pelo maior número de colegas e
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> Suécia .. 33,3%
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> Holanda .. 25,9%
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> França .. 24,6%
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> Alemanha .. 24%
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> Hungria .. 22%
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> Grécia .. 20,6%
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> Irlanda .. 20,6%
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> Polónia .. 19,8%
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> Itália .. 19,2%
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> República Checa..19,2%
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> PORTUGAL .. 17,9%
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> Espanha .. 17,2%
>
> Luxemburgo .. 16%
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> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
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> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
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>
> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
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>
> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
pública.
>

> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
públicos na população activa.
>
> Assim se informa e se faz política em Portugal.
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> NB: É necessário que divulgues este email pelo maior número de colegas e
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> Suécia .. 33,3%
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> Dinamarca .30,4%
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> Bélgica . 28,8%
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> Reino Unido .27,4%
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> Finlândia .26,4%
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> Holanda .. 25,9%
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> França .. 24,6%
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> Alemanha .. 24%
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> PORTUGAL .. 17,9%
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> Luxemburgo .. 16%
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> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
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> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
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> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
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> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
pública.
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> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
públicos na população activa.
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> Dinamarca .30,4%
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> Bélgica . 28,8%
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> Reino Unido .27,4%
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> Holanda .. 25,9%
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> França .. 24,6%
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> Alemanha .. 24%
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> Hungria .. 22%
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> Eslováquia .21,4%
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> Grécia .. 20,6%
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> Itália .. 19,2%
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> República Checa..19,2%
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> PORTUGAL .. 17,9%
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> Espanha .. 17,2%
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> Luxemburgo .. 16%
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> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
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> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
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> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
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> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
dinheiro.

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> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
pública.
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> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
públicos na população activa.
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> Assim se informa e se faz política em Portugal.
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> Suécia .. 33,3%
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> Dinamarca .30,4%
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> Bélgica . 28,8%
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> Reino Unido .27,4%
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> Holanda .. 25,9%
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> França .. 24,6%
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> Alemanha .. 24%
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> Hungria .. 22%
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> Grécia .. 20,6%
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> Itália .. 19,2%
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> República Checa..19,2%
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> PORTUGAL .. 17,9%
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> Espanha .. 17,2%
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> Luxemburgo .. 16%
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> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
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> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
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> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
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> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
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> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
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> Bélgica . 28,8%
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> Holanda .. 25,9%
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> Alemanha .. 24%
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> Hungria .. 22%
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> Irlanda .. 20,6%
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> Polónia .. 19,8%
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> Itália .. 19,2%
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> República Checa..19,2%
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> PORTUGAL .. 17,9%
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> Espanha .. 17,2%
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> Luxemburgo .. 16%
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> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
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> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
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> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
dinheiro.

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> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
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> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
públicos na população activa.
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> Assim se informa e se faz política em Portugal.
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> NB: É necessário que divulgues este email pelo maior número de colegas e
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> Reino Unido .27,4%
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> Holanda .. 25,9%
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> França .. 24,6%
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> Alemanha .. 24%
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> Hungria .. 22%
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> Áustria .. 20,9%
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> Grécia .. 20,6%
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> Irlanda .. 20,6%
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> Polónia .. 19,8%
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> Itália .. 19,2%
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> República Checa..19,2%
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> PORTUGAL .. 17,9%
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> Espanha .. 17,2%
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> Luxemburgo .. 16%
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> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
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> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
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>
> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
dinheiro.

>
> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
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usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
pública.
>

> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
públicos na população activa.
>
> Assim se informa e se faz política em Portugal.
>
>
>
> NB: É necessário que divulgues este email pelo maior número de colegas e
amigos!
>




Funcionários públicos na Europa





Fonte EUROSTAT                                          (publicado no Correio
da Manhã)

>
> Suécia .. 33,3%
>
> Dinamarca .30,4%
>
> Bélgica . 28,8%
>
> Reino Unido .27,4%
>
> Finlândia .26,4%
>
> Holanda .. 25,9%
>
> França .. 24,6%
>
> Alemanha .. 24%
>
> Hungria .. 22%
>
> Eslováquia .21,4%
>
> Áustria .. 20,9%
>
> Grécia .. 20,6%
>
> Irlanda .. 20,6%
>
> Polónia .. 19,8%
>
> Itália .. 19,2%
>
> República Checa..19,2%
>
> PORTUGAL .. 17,9%
>
> Espanha .. 17,2%
>
> Luxemburgo .. 16%
>

> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
>

> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
>
>
>
> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
dinheiro.

>
> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
pública.
>

> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
públicos na população activa.
>
> Assim se informa e se faz política em Portugal.
>
>
>
> NB: É necessário que divulgues este email pelo maior número de colegas e
amigos!
>




Funcionários públicos na Europa





Fonte EUROSTAT                                          (publicado no Correio
da Manhã)

>
> Suécia .. 33,3%
>
> Dinamarca .30,4%
>
> Bélgica . 28,8%
>
> Reino Unido .27,4%
>
> Finlândia .26,4%
>
> Holanda .. 25,9%
>
> França .. 24,6%
>
> Alemanha .. 24%
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> Hungria .. 22%
>
> Eslováquia .21,4%
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> Áustria .. 20,9%
>
> Grécia .. 20,6%
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> Irlanda .. 20,6%
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> Polónia .. 19,8%
>
> Itália .. 19,2%
>
> República Checa..19,2%
>
> PORTUGAL .. 17,9%
>
> Espanha .. 17,2%
>
> Luxemburgo .. 16%
>

> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
>

> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
>
>
>
> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
dinheiro.

>
> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
pública.
>

> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
públicos na população activa.
>
> Assim se informa e se faz política em Portugal.
>
>
>
> NB: É necessário que divulgues este email pelo maior número de colegas e
amigos!
>




Funcionários públicos na Europa





Fonte EUROSTAT                                          (publicado no Correio
da Manhã)

>
> Suécia .. 33,3%
>
> Dinamarca .30,4%
>
> Bélgica . 28,8%
>
> Reino Unido .27,4%
>
> Finlândia .26,4%
>
> Holanda .. 25,9%
>
> França .. 24,6%
>
> Alemanha .. 24%
>
> Hungria .. 22%
>
> Eslováquia .21,4%
>
> Áustria .. 20,9%
>
> Grécia .. 20,6%
>
> Irlanda .. 20,6%
>
> Polónia .. 19,8%
>
> Itália .. 19,2%
>
> República Checa..19,2%
>
> PORTUGAL .. 17,9%
>
> Espanha .. 17,2%
>
> Luxemburgo .. 16%
>

> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
>

> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
>
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> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
dinheiro.

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> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
pública.
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> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
públicos na população activa.
>
> Assim se informa e se faz política em Portugal.
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>
> NB: É necessário que divulgues este email pelo maior número de colegas e
amigos!
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Fonte EUROSTAT                                          (publicado no Correio
da Manhã)

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> Suécia .. 33,3%
>
> Dinamarca .30,4%
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> Bélgica . 28,8%
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> Reino Unido .27,4%
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> Finlândia .26,4%
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> Holanda .. 25,9%
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> França .. 24,6%
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> Alemanha .. 24%
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> Hungria .. 22%
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> Eslováquia .21,4%
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> Áustria .. 20,9%
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> Grécia .. 20,6%
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> Irlanda .. 20,6%
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> Polónia .. 19,8%
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> Itália .. 19,2%
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> República Checa..19,2%
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> PORTUGAL .. 17,9%
>
> Espanha .. 17,2%
>
> Luxemburgo .. 16%
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> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
>

> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
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>
> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
dinheiro.

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> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
pública.
>

> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
funcionários
públicos na população activa.
>
> Assim se informa e se faz política em Portugal.
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>
>
> NB: É necessário que divulgues este email pelo maior número de colegas e
amigos!
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Funcionários públicos na Europa





Fonte EUROSTAT                                          (publicado no Correio
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> Suécia .. 33,3%
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> Dinamarca .30,4%
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> Bélgica . 28,8%
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> Reino Unido .27,4%
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> Finlândia .26,4%
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> Holanda .. 25,9%
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> França .. 24,6%
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> Alemanha .. 24%
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> Hungria .. 22%
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> Eslováquia .21,4%
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> Áustria .. 20,9%
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> Grécia .. 20,6%
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> Irlanda .. 20,6%
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> Polónia .. 19,8%
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> Itália .. 19,2%
>
> República Checa..19,2%
>
> PORTUGAL .. 17,9%
>
> Espanha .. 17,2%
>
> Luxemburgo .. 16%
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> Não há, pois, funcionários públicos a mais. Há sim uma distribuição
não
correcta, o que faz com que existam sectores em falta e, outros, em excesso.
>
> Por exemplo, a reforma da administração pública, que é imperioso que
seja feita,  deverá começar por mudar a realidade dos dados que nos indicam
que cada
ministro (deste e dos anteriores governos) tem, ao seu serviço pessoal e sob
as suas ordens directas, uma média de 136 pessoas (entre secretários e
subsecretários de estado,  chefes de gabinete, funcionários do gabinete,
assessores, secretárias e
motoristas) e 56 viaturas: estamos a falar em CINCO vezes mais que no resto da
Europa.
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> Há "respeitados" analistas, ligados ao mundo empresarial, que querem a
diminuição cega dos funcionários, apenas para que as empresas privadas em que
directa ou indirectamente têm interesses possam ser contratadas para fazer
serviços públicos ("Outsourcing") e, assim, elas possam crescer!!!
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>
> Por último refira-se que: Se serviu para alguma coisa, o «programa dos
Prós e Contras» da RTP de 22 de Maio passado, foi que, quando os compadres se
zangam, sabem-se as verdades. E a verdade que saiu do programa da RTP foi que
temos uma comunicação social corrupta e ao serviço de quem tem muito
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> Nestes programa, a ideia que mais uma vez a comunicação social vendeu
à opinião pública (a qual foi repetidamente alardeada pela Fátima Campos e
seus
usuais convidados), foi a da necessidade de 200 mil despedimentos na função
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> No entanto, como acima está demonstrado pelas estatísticas europeias,
resulta claro que somos o 3º país da U.E. com menor percentagem de
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