Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008

É Fartar...

Quem pode dar uma esmolinha ? )
 
 
 
MÁFIA no Banco de Portugal
 
 
1) Para quem não saiba quem é Alan Greenspan, fique a saber que é um senhor nascido em Nova Iorque, de origem judaica, que gostava de tocar saxofone na adolescência, que se doutorou com elevadíssimas médias em Economia e que foi nomeado pelo presidente Reagan, em Junho de 1987, "Chairman of the Board of Governors of the Federal Reserve" -- nomeação confirmada pelo Senado dois meses depois.
 
2) O "Federal Reserve" está para os americanos como o Banco de Portugal está para nós. E por que estou eu com toda esta conversa sobre o Sr. Greenspan?
Porque quando ele deixou o lugar, em Janeiro de 2006, auferia anualmente, pelo desempenho daquele alto cargo, a módica quantia de 186.600 dólares norte-americanos por ano -- qualquer coisa como 155.000 euros.
O valor dos honorários dos outros membros do Conselho de Administração ("Vice-Chairman"
incluído ) é de cerca de 150.000 euros.
 
3) Agora, sabem quanto pagamos ao Governador do Banco de Portugal, um senhor dotado de prodigioso crâneo, que dá pelo nome de Vítor Constâncio?
Não sabem, pois não?
Então pasmen: 280.000 euros, leram bem, DUZENTOS E OITENTA MIL EUROS!
É claro que uma grande potência como Portugal, que possui o dobro da influência, à escala planetária, dos insignificantes EUA, tinha de pagar muito bem ao patrão do seu Banco, além de todas as incontáveis mordomias que lhe dispensa, tal como aos seus pares daquela instituição pública.
Também é claro que a verba do americano é fixada pelo Congresso e JAMAIS -- como diria o bronco do Lino -- pelo próprio, ao contrário do que se passa no país dos donos do mundo e dos maiores imbecis que habitam o planeta Terra.
 
4) O que mais impressiona nestes números é que o homem que é escutado atentamente por todo o mundo financeiro, cuja decisão sobre as taxas de juro nos afecta a todos, ganha menos do que o seu equivalente num país pobre, pequeno, periférico, que apenas uma ínfima parcela desse território presta alguma atenção!
Até a reforma do Mira Amaral é superior à do Greenspan!
Talvez não fosse má ideia espreitarem o portal do Banco de Portugal e verem quem por lá passou como governador,   < http://www.bportugal.pt/>> http://www.bportugal.pt , cliquem em "história".
 
5) Por que razão esta escandalosa prática se mantém?
Pela divisa do Conselho de Administração do Banco de Portugal que deve ser parecida com algo assim : " Trabalhe um dia, receba uma pensão de reforma vitalícia e dê a vez a outro."
 
6) Os sucessivos governadores do Banco de Portugal têm muito em comum.
Por exemplo, sempre que aparecem em público de rompante é porque vem aí borrasca!
-- "Os portugueses vivem acima das suas possibilidades. Há que cortar nos ordenados, há que restringir o crédito!"
Proclamam-no sem que a voz lhes trema, mesmo quando se sabe que o actual governador aufere rendimentos que fariam inveja a Alan Greenspan.
No fundo, o que eles nos querem dizer é, "Vocês vivem acima das vossas possibilidades, mas nós não!"
Têm carradas de razão.
 
7) As remunerações dos membros do conselho de administração do Banco de Portugal são fixadas, de acordo com a alínea a) do art. 40.º da Lei Orgânica, por uma comissão de vencimentos.
E quem foi que Luís Campos e Cunha, o então ministro das Finanças e ex-vice-governador do Banco de Portugal, nomeou para o representar e presidir a essa comissão?
O ex-governador Miguel Beleza, o qual, como adiante se verá, e caso o regime da aposentação dos membros do conselho de administração também lhe seja aplicável como ex-governador do Banco, poderá beneficiar dos aumentos aprovados para os membros do conselho de administração no activo.
Uma seita a que o comum dos portugueses não tem acesso e sobre a qual lhe está vedada toda e qualquer informação, filtradas que são todas as que não interesa divulgar pelos meios da subserviente comunicação social que temos.
 
8) Mas tão relevantes como os rendimentos que auferem, são as condições proporcionadas pelo Banco de Portugal no que respeita à aposentação e protecção social dos membros do conselho de administração.
 
9) O regime de reforma dos administradores do Banco de Portugal foi alterado em 1997, para "acabar com algumas regalias excessivas actualmente existentes."
Ainda assim, não se pode dizer que os membros do conselho de administração tenham razões de queixa.
Com efeito, logo no n.º 1 do ponto 3.º (com a epígrafe "Tempo a contar") das Normas sobre Pensões de Reforma do Conselho de Administração do Banco de Portugal se estabelece que, "O tempo mínimo a fundear pelo Banco de Portugal junto do respectivo Fundo de Pensões, será o correspondente ao mandato (cinco anos), independentemente da cessação de funções ."
 
10) Que significa isto?
Um membro do conselho de administração toma posse num belo dia e, se nessa tarde lhe apetecer rescindir o contrato, tem a garantia de uma pensão de reforma vitalícia, porque o Banco se compromete a "fundear" o Fundo de Pensões pelo "tempo mínimo (?) correspondente ao mandato (cinco anos)". (Ver "divisa" no parágrafo 5).
 
11) Acresce que houve o cuidado de não permitir interpretações dúbias que pudessem vir a prejudicar um qualquer membro do conselho de administração que, "a qualquer título", possa cessar funções.
O n.º 1 do ponto 4.º das Normas sobre Pensões de Reforma dissipa quaisquer dúvidas: "O Banco de Portugal, através do seu Fundo de Pensões, garantirá uma pensão de reforma correspondente ao período mínimo de cinco anos, ainda que o M.C.A. [membro do conselho de administração] cesse funções, a qualquer título ."
 
12) Quem arquitectou as Normas sobre Pensões de Reforma pensou em tudo?
Pensou, até na degradação do valor das pensões. É assim que o n.º 1 do ponto  6.º estabelece poe sua vez: "As pensões de reforma serão actualizadas, a cem por cento, na base da evolução das retribuições dos futuros conselhos de administração, sem prejuízo dos direitos adquiridos ."
 
13) E o esquema foi tão bem montado que as Normas sobre Pensões de Reforma não deixam de prever a possibilidade de o membro do conselho de administração se considerar ainda válido para agarrar uma outra qualquer oportunidade de trabalho que se lhe depare.
Para tanto, temos o ponto 7.º, com a epígrafe "Cumulação de pensões", que prevê: "Obtida uma pensão de reforma do banco de Portugal, o M.C.A. [membro do conselho de administração] poderá obter nova pensão da C.G.A. ou de outro qualquer regime, cumulável com a primeira (!)."
 
14) Mas há mais. O ponto 8.º dispõe que o "M.C.A. [membro do conselho de administração] em situação de reforma gozará de todas as regalias sociais concedidas aos M.C.A. e aos empregados do Banco, devendo a sua pensão de reforma vir a beneficiar de todas as vantagens que àqueles venham a ser atribuídas ."
> >
15) Não restam dúvidas de que fez um excelente trabalho quem elaborou as Normas sobre Pensões de Reforma do Conselho de Administração do Banco de Portugal. Pena é que não tenha igualmente colaborado na elaboração do Código do IRS, de modo a compatibilizar ambos os instrumentos legais.
Não tendo acontecido assim, há aquela maçada de as contribuições do Banco de Portugal para o Fundo de Pensões poderem ser consideradas, "direitos adquiridos e individualizados dos respectivos beneficiários" e, neste caso, sujeitas a IRS, nos termos do art. 2.º, n.º 3, alínea b), n.º 3, do referido código.
 
No melhor pano cai a nódoa.
Ah, e por favor não reencaminhem isto para o Greenspan -- ainda dá uma dor fininha ao pobre coitado...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
sinto-me:
publicado por nuno1 às 19:50
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Domingo, 20 de Janeiro de 2008

Haverá explicação?

Recebi esta dúvida bastante razoável que acho devo partilhar
     convosco e colocar-vos o mesmo problema.
     **


     *Alguém que me explique por favor *

Expliquem-me uma coisa que eu não entendo até porque não sou perito em
economia.

Se em 2002 um barril de petróleo custava 70 dólares o que, grosso modo ,
equivalia a 77 Euros e hoje ele custa 100 dólares o que equivale
sensivelmente a 70 Euros como é que se pode dizer que o petróleo subiu
de preço?

Ou será que o problema está no facto de nós Europeus continuarmos a
aceitar o dólar como moeda referência para as transacções internacionais?

Mas. como disse, não sou perito em economia, por isso se alguém me
conseguir explicar isto eu agradecia.

 
Ou será que estamos a ser enganados e sustentamos a Guerra do Iraque e o baixo preço que os USA continuam a pagar em relação á Europa pelo enchimento dos seus "popós"

sinto-me:
publicado por nuno1 às 15:11
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Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008

Cara ou coroa

Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008

Sócrates e Menezes... Menezes e Sócrates... parecem diferentes...
Mas..olhe que não..olhe que não...
Eles são o Dupond e o Dupont da política portuguesa.
Fingem que se atacam... mas será que há alguma coisa que os distinga.
Ambos sabem que têm os seus "boys" and "girls"..ambos fazem da democracia uma palavra sem sentido.
Sócrates mandou ás urtigas as suas promessa eleitorais... ( criação de empregos...taxa de inflacção...referendo europeu..etc-..etc)
Destrói o Serviço Nacional de Saúde... achincalha os professores... diminui brutalmente os direitos e salários do funcionalismo público...
Menezes não critica nada disto..apenas ataca Sócrates... por ,segundo ele, não lhe dar os lugares que pretende na comunicação social ..na banca e nos outros organismos onde ambos os partidos dividem os lugares.
Estão de acordo na nova lei eleitoral autárquica..estão de acordo na nova lei eleitoral para a Assembléia da República.
Com intuito de defender a democracia? Claro que não..apenas com o intuito de
diminuir a representação parlamentar dos outros partidos que não entram no seu jogo.
Será que nos vamos lembrar disto quando for a ocasião de votar?
Claro que em 2009..virão algumas benesses... Dupond e Dupont...farão promessas ..muitas promessas..dirão que a crise passou... que vem aí uma vida melhor para os portugueses.
Pobres de nós se acreditarmos nalgum deles.
Uma vez no poleiro..sozinhos ou em bloco central tratar-nos-ão da vida...

sinto-me:
publicado por nuno1 às 18:44
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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008

Socialismo? Onde?

Por que muda a gestão das escolas?   Porque sim!

  Santana Castilho - Professor do ensino superior

Público - 08.01.2008

  O único critério, o critério oculto, é domar o que resta, depois de vexar os professores com um estatuto indigno.

O que Sócrates disse no último debate parlamentar de 2007 não me surpreendeu. Fazia sentido esse fechar de ciclo de genuflexão dos professores. Para analisar o diploma agora posto à discussão pública, vou socorrer-me de dois excertos do discurso com que Sócrates fez o anúncio ao país. "Chegou agora o momento de avançar com a alteração da lei de autonomia, gestão e administração escolar." Mas Sócrates não explicou porquê. Para suprir a lacuna fui ler o novo diploma, compará-lo com o anterior, e tirei estas conclusões:

1. Os dois diplomas apregoam autonomia mas castram toda e qualquer livre iniciativa das escolas. Nada muda. Apenas se refina o cinismo, na medida em que muito do anteriormente facultativo (o pouco que não estava regulamentado) passa agora a obrigatório. Não há uma só coisa que seja importante na vida da escola que o órgão de gestão possa, autonomamente, decidir. Um e outro são uma ode ao centralismo asfixiante.

2. O novo diploma diminui o peso dos professores da escola nos órgãos de gestão dessa escola. Esclareço a aparente redundância trazida pela insistência no vocábulo "escola" na construção deste parágrafo. É que o novo diploma torna possível que um professor de qualquer escola, mesmo que seja privada, concorra a director de qualquer outra, pública, mediante "um projecto de intervenção na escola". Que estranho conceito de escola daqui emana! Como pode alguém que não viveu numa escola, que não se envolveu com os colegas e com os alunos dessa escola, que não sofreu os seus problemas nem respirou o seu clima, conceber "um projecto de intervenção na escola"? Não é de intervenção que eles falam. É de subjugação! É a filosofia ASAE transposta para as escolas. Não faltarão os comissários, os "boys" e os "laranjas" deste "centralão" imenso em que a oligarquia partidária transformou o país, a apresentar projectos de intervenção "eficazes", puros, esterilizadores de maus hábitos e más memórias. E este é o único critério, o critério oculto que Sócrates não explicitou: domar o que resta, depois de vexar os professores com um estatuto indigno, de os funcionalizar com uma avaliação de desempenho própria de amanuenses, de os empobrecer com cotas e congelamentos, de os dividir em castas de vergonha. Tinha razão o homem: "Chegou agora o momento de avançar com a alteração da lei de autonomia, gestão e administração escolar." "A nossa visão para a gestão das escolas assenta em três objectivos principais. O primeiro é abrir a escola, reforçando a participação das famílias e comunidades na sua direcção estratégica. O segundo objectivo é favorecer a constituição de lideranças fortes nas escolas. O terceiro é reforçar a autonomia das escolas", disse Sócrates na Assembleia da República.

Mas que está por baixo do celofane? A "abertura" é uma falácia. O Conselho Geral, com a participação da comunidade, já existe, com outro nome. Chama-se Assembleia. Porém, os casos em que esta participação teve relevância são raros. E quem está nas escolas sabe que não minto. Ora não é por mudar o nome que mudam os resultados. A participação da comunidade não se decreta. Promove-se. Se as pessoas acreditarem que podem mudar algo, começam a interessar-se. Mas o despotismo insaciável que este Governo trouxe às escolas não favorece qualquer tipo de participação. Para que as pessoas possam participar, há décadas que Maslow deu o tom: têm que ter necessidades básicas resolvidas. Aqui, as necessidades básicas são não terem fome, terem tempo e terem uma cultura mínima.

Ora, senhor primeiro-ministro, o senhor que empobreceu os portugueses (tem dois milhões de pobres e outros dois milhões de assistidos), que tem meio milhão no desemprego, está à espera que acorram à sua "abertura"? Sabe quem vai acorrer? Os ricos que o senhor tem inchado? Não! Esses estão-se borrifando para a Escola Pública. São os oportunistas e os caciques, para quem a sua "abertura" é de facto uma nova oportunidade.

O senhor, que tem promovido uma política de escola-asilo, porque as pessoas não têm tempo para estar com os filhos, acredita que as famílias portuguesas, as mais miseráveis da Europa, têm disponibilidade para a sua abertura? Não! Conte com os pais interessados de uma classe média que o senhor tem vindo a destruir e são, por isso, cada vez em menor número, e com os autarcas empenhados a quem o senhor dá cada vez menos dinheiro. De novo, repito, terá os arrivistas. Julga que é com os diplomas de aviário das novas oportunidades que dá competência à comunidade para participar na gestão das escolas? Não! Os que conseguiram isso começaram há um século a investir no conhecimento da comunidade e escolheram outros métodos. Porque, ao contrário do senhor, sabem que gerir uma escola é diferente de gerir um negócio ou uma rede de influências partidárias.

A sua visão de escola ficou para mim caracterizada quando o ouvi dizer que tinha escolhido a veneranda Universidade Independente por uma razão geográfica e me foi dada a ler a sua prova de Inglês Técnico, prestada por fax. O que politicamente invocou a propósito deste diploma, que agora nos impõe, está muito longe de limpar essa péssima imagem que me deixou. A mim e a muitos portugueses, pese embora serem poucos os que têm a oportunidade ou a independência para o dizer em público. Disse impõe, e disse bem. Porque a discussão pública é outra farsa. O senhor quer que alguém acredite nisto? Depois de ver o conceito que o seu governo tem do que é negociar e os processos que a sua ministra da Educação tem usado para lidar com os professores? Em plenas férias escolares (mais uma vez) lança a discussão de um diploma deste cariz e dá para tal um mês? Acha isso sério? Se o senhor estivesse de facto interessado em discutir, era o primeiro a promover e a dinamizar esse debate, através do Ministério da Educação. Mas o que o senhor tem feito tem sido cercear todas as hipóteses de participação dos professores em qualquer coisa que valha a pena: retirando-lhe todas as vias anteriormente instituídas e afogando-os em papéis ridículos e inúteis.

Dizem, ou disse o senhor, vá lá a gente saber, que cursou um MBA. Não lhe ensinaram lá que as mudanças organizacionais sérias estabelecem com clareza as razões para mudar? Cuidam de expor aos implicados essas razões e dar-lhes a oportunidade para as questionar? Devem assentar numa avaliação criteriosa do que existia e se quer substituir? Quando podem originar convulsões antecipáveis, devem ser precedidas de ensaios e simulações prudentes? Já reparou que terá que constituir mais de 10 mil assembleias a 20 elementos cada? Que tal como a lei está, são escassos os que podem ser adjuntos do director? Que fecha a porta a que novos professores participem nas tarefas de gestão? Que exclui, paradoxalmente, um considerável número de professores titulares? Que, goste dela ou não, existe uma Lei de Bases que torna o que propõe inconstitucional e como tal já foi chumbado pelo Tribunal Constitucional?
Lideranças fortes? Deixe-me rir enquanto não proíbe o riso. O senhor que só quer uma liderança forte, a sua, que até o seu partido secou e silenciou, quer lideranças fortes na escolas? É falso o que digo? Prove-o! Surpreenda uma vez e permita que professores independentes discutam publicamente o deserto em que está a transformar a Escola Pública e para que este diploma é o elo que faltava.

 

 

 
 

sinto-me:
publicado por nuno1 às 14:45
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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2008

Que mais nos vai suceder?

DÚVIDA EXISTENCIAL
 
Com o Sócrates no Governo e na presidência da União Europeia, o Cavaco na Presidência da República, o Barroso na Comissão Europeia e o Guterres na "Comissão dos Refugiados"
- Nós fugimos para onde ?

 
sinto-me:
publicado por nuno1 às 15:17
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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

Nem uma ...

ANTES DA POSSE
>
>
>
>
> O nosso partido cumpre o que promete.
> Só os tolos podem crer que
> não lutaremos contra a corrupção.
> Porque, se há algo certo para nós, é que
> a honestidade e a transparência são fundamentais.
> para alcançar nossos ideais
> Mostraremos que é grande estupidez crer que
> as máfias continuarão no governo, como sempre.
> Asseguramos sem dúvida que
> a justiça social será o alvo de nossa acção.
> Apesar disso, há idiotas que imaginam que
> se possa governar com as manchas da velha política.
> Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
> se termine com os marajás e as negociatas.
> Não permitiremos de nenhum modo que
> nossas crianças morram de fome.
> Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
> os recursos económicos do país se esgotem.
> Exerceremos o poder até que
> Compreendam que
> Somos a nova política.
>
>
>
>
> DEPOIS DA POSSE
> Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA
>
>Tratado Europe..mais uma prova de COERÊNCIA..:

Não cumprir nem uma das promessas eleitorais.
>
>
> --
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Free Edition.
> Version: 7.5.516 / Virus Database: 269.17.13/1213 - Release Date:
07-01-2008
> 9:14
>
>
>

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publicado por nuno1 às 16:13
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

A MAEZINHA NAO TEM CULPA

ABAIXO ASSINADO CONTRA PROJECTO DO GOVERNO PARA A DIRECÇÃO E GESTÃO

PROJECTO DO GOVERNO PARA A DIRECÇÃO E GESTÃO
um ataque ao funcionamento democrático da escola pública
----------------------------------------------------------------------------

É num quadro de profundo desacordo com o projecto do Governo para a direcção e gestão das escolas que a FENPROF preparou para este primeiro mês do novo ano um diversificado conjunto de acções, anunciado na conferência de imprensa de 4 de Janeiro, que irá mobilizar uma intensa intervenção sindical.

Os Sindicatos da FENPROF estarão nas escolas para esclarecer os docentes, chamando a atenção para os perigos que acompanham esta ofensiva do Governo. Como realçou Mário Nogueira no diálogo com os jornalistas, "a FENPROF irá apoiar as tomadas de posição das escolas" e lançará também um Abaixo-Assinado, que circulará muito brevemente em todas as escolas do País, tendo como objectivo a recolha de milhares de assinaturas.

JÁ DISPONÍVEL ONLINE - ASSINE O ABAIXO-ASSINADO
<http://www.sprc.pt/asps/gestaoescolas.htm >

OUTRAS ACÇÕES E INICIATIVAS:

Terão lugar, a nível regional e local, reuniões com:
- conselho executivos dos agrupamentos e escolas,
- eleitos do Poder Local,
- representantes de associações e federações regionais de pais e encarregados de educação
- associações de estudantes do Ensino Secundário.

"Vamos ainda solicitar reuniões à Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), à Confederação Nacional das Associações de País (CONFAP), à Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública (FNSFP), ao Conselho das Escolas e à Comissão de Educação da Assembleia da República", anunciou o secretário-geral da FENPROF.

Mário Nogueira revelou ainda que "iremos solicitar uma rigorosa apreciação jurídica para fundamentar as nossas apreciações quanto às ilegalidades contidas no projecto do Governo".
Oportunamente, a FENPROF entregará um parecer final sobre esta matéria ao Governo, construído na base de uma profunda reflexão, com os contributos dos docentes e das escolas.

CONHEÇA O PROJECTO DO ME:

<http://www.sprc.pt/paginas/propostas/Docs/REGIME_JURIDICO_GESTAO.DOC

CONHEÇA UMA PRIMEIRA AVALIAÇÃO DO MODELO:

<http://www.sprc.pt/paginas/Propostas/propostas.html >


Cordiais Saudações
O Departamento de Informação e Comunicação

--
Tenha em consideração as suas responsabilidades ambientais.
Antes de imprimir, verifique se precisa mesmo da cópia em papel.
Be aware of your environmental responsiblities.
Before printing ensure that a paper copy is really necessary.


Saudações
António Pereira



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Domingo, 6 de Janeiro de 2008

Onde estás ..ABRIL?

Finalmente uma boa descrição da actualidade...

 

 

" Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e

sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos

de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de

dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz

de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se

lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo,

enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da

sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, -

reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta  (...)

 

Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta ate à medula, não

descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem

carácter, havendo homens que, honrados (?) na vida intima, descambam

na vida publica em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a

veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao

roubo, donde provém que na politica portuguesa sucedam, entre a

indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis

no Limoeiro (...)

 

Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este

criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto

pela abdicação unânime do pais, e exercido ao acaso da herança, pelo

primeiro que sai dum ventre, - como da roda duma lotaria.

 

A justiça ao arbítrio da Politica, torcendo-lhe a vara ao

ponto de fazer dela saca-rolhas;

 

Dois partidos (...), sem ideias, sem planos, sem convicções,

incapazes (...) vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e

pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao

outro como duas metades do mesmo zero, e não se amalgando e fundindo,

apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, - de não

caberem todos duma vez na mesma sala de jantar (...)"

 

Guerra Junqueiro, in "Pátria", escrito em 1896


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publicado por nuno1 às 17:11
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Caminho de luta

Hoje está reunido o nosso dito governo.

Certamente mais medidas contra nosso trabalho..nossa saúde..nosso emprego..nossa educação.

Se nos resignarmos..dia a dia..será pior.

sinto-me:
publicado por nuno1 às 12:07
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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2008

Ontem..Hoje..Amanhã

uma boa descrição da actualidade...

 

 

" Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e

sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos

de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de

dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz

de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se

lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo,

enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da

sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, -

reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta  (...)

 

Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta ate à medula, não

descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem

carácter, havendo homens que, honrados (?) na vida intima, descambam

na vida publica em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a

veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao

roubo, donde provém que na politica portuguesa sucedam, entre a

indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis

no Limoeiro (...)

 

Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este

criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto

pela abdicação unânime do pais, e exercido ao acaso da herança, pelo

primeiro que sai dum ventre, - como da roda duma lotaria.

 

A justiça ao arbítrio da Politica, torcendo-lhe a vara ao

ponto de fazer dela saca-rolhas;

 

Dois partidos (...), sem ideias, sem planos, sem convicções,

incapazes (...) vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e

pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao

outro como duas metades do mesmo zero, e não se amalgando e fundindo,

apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, - de não

caberem todos duma vez na mesma sala de jantar (...)"

 

Guerra Junqueiro, in "Pátria", escrito em 1896



sinto-me:
publicado por nuno1 às 16:18
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