Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

eLA É QUE DECIDE...NÓS É QUE SOFREMOS

JAMAIS A VERDADE FOI TÃO BEM ESCRITA

Faço projectos, planos, planificações;
Sou membro de assembleias, conselhos, reuniões; 
Escrevo actas, relatórios e relações;
Faço inventários, requerimentos e requisições;
Escrevo actas, faço contactos e comunicações;
Consulto ordens de serviço, circulares, normativos e legislações;
Preencho impressos, grelhas, fichas e observações;  
Faço regimentos, regulamentos, projectos, planos, planificações;
Faço cópias de tudo, dossiers, arquivos e encadernações;
Participo em actividades, eventos, festividades e acções;
Faço balanços, balancetes e tiro conclusões;  
Apresento, relato, critico e envolvo-me em auto-avaliações;
Defino estratégias, critérios, objectivos e consecuções;
Leio, corrijo, aprovo, releio múltiplas redacções;
Informo-me, investigo, estudo, frequento formações;  
Redijo ordens, participações e autorizações;
Lavro actas, escrevo, participo em reuniões;
E mais actas, planos, projectos e avaliações;
E reuniões e reuniões e mais reuniões!...

E depois ouço,
alunos, pais, coordenadores, directores, inspectores, 
observadores, secretários de estado, a ministra
e, como se não bastasse, outros professores,
e a ministra!...

Elaboro, verifico, analiso, avalio, aprovo;
Assino, rubrico, sumario, sintetizo, informo;
Averiguo, estudo, consulto, concluo,
Coisas curriculares, disciplinares, departamentais,
Educativas, pedagógicas, comportamentais,
De comunidade, de grupo, de turma, individuais,
Particulares, sigilosas, públicas, gerais, 
Internas, externas, locais, nacionais,
Anuais, mensais, semanais, diárias e ainda querem mais?
- Querem que eu dê aulas!?...


----
 

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Veja
sinto-me:
publicado por nuno1 às 19:17
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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

BOA SOLUÇÃO

Sócrates entra num bar "marginal" em Lisboa, altas horas da madrugada, senta-se ao balcão ao lado duma linda menina de programa e sussurra:
- Você deve-me conhecer... Quanto quer para passar uma noite comigo?
Ela responde:
- Se o senhor conseguir fazer o seu pénis crescer como fez com os juros, mantê-lo duro como estão todos os portugueses, levantar a minha saia como está a fazer com os impostos, baixar a minha cuequinha como está a fazer com os vencimentos, mudar de posição como mudou na sua vida política e f.....-me com tanto jeito como está a f...... o povo português... É DE GRAÇA!!!
 
 
 
 

 



sinto-me:
publicado por nuno1 às 18:17
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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007

o português é tão lindo

ACTUALIZE SEU VOCABULÁRIO

*SOCRATEAR .*  [Do analfabeto SOCRATES]: Verbo totalmente irregular de
estranha conjugação. 1. Ocultar ou encobrir com astúcia e safadeza;
disfarçar com a maior cara de pau e cinismo. 2. Não dar a perceber, apesar
de ululantes e genuínas evidências; calar. 3. Fingir, simular inocência
angelical. 4. Usar de dissimulação; proceder com fingimento, hipocrisia. 5.
Ocultar-se, esconder-se, fugir da responsa. 6. Tirar o c... da reta,
atingindo sempre o amigo mais próximo, sem dó nem piedade (antes ele do que
eu). 7. Encobrir, disfarçar, negar sem olhar para as câmeras e nos olhos das
pessoas. 8. Fraudar, iludir 9. Afirmar coisa que sabe ser contrária à
verdade, acreditar que os fins justificam os meios. 10. Voar com dinheiro
alheio.
 
sinto-me:
publicado por nuno1 às 12:27
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Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

eles comem tudo..comem tudo e não deixam nada

Jornal Expresso - Raquel Moleiro, com Isabel Vicente, 1/12/2007

A denúncia parte de Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar. São os 'novos pobres': a classe média sobreendividada

Manuela, 33 anos, hesitou antes de escrever aquele «e-mail» para o Banco Alimentar Contra a Fome (BACF). E mesmo enquanto o redigia, não tinha ainda a certeza de, no fim, ter coragem de carregar no botão de enviar.
Ela, bacharel em Relações Internacionais, quadro de um ministério, casada com um professor de educação física ex-atleta olímpico. Ela, mãe de uma bebé com cinco meses, tinha agora de pedir ajuda para alimentar a família. O marido que ficou sem emprego, um salário de €2000 que desapareceu no mês em que festejaram a gravidez, a renda da casa que foi falhando vezes de mais, o cartão de crédito gasto até ao limite, o apartamento trocado por um quarto, e nem assim a comida chegava à mesa . "No dia em que enviei o «e-mail» faltavam três semanas para receber e só tinha €80", explica. "Havia para a bebé, mas nós íamos passar fome".

O caso tem um mês. Ana Vara, assistente social do BACF, ligou a Manuela mal leu o pedido. E disse-lhe o que tanto tem repetido ultimamente:
não tenha vergonha, não é a única. "Nos últimos quatro meses, mais que duplicaram os pedidos directos ao banco alimentar. E há cada vez mais casos de classe média", garante Isabel Jonet. A directora do BACF chama-lhes "os novos pobres": empregados, instruídos, socialmente integrados, mas, ainda assim, vítimas da pobreza e até da fome. Nos últimos três meses, chegaram ao banco alimentar de Alcântara 250 casos, 30% dos quais se enquadram nesta nova categoria. E em todos há pontos transversais: mais mulheres, muitas mães, desemprego inesperado, rupturas familiares, e sempre sobreendividamento.

(...) As famílias tradicionalmente carenciadas aparecem no banco alimentar, pedem olhos nos olhos. Os novos pobres gritam por ajuda, envergonhadamente, através do correio electrónico. Como Luciana, médica, cujo desemprego súbito do marido fez ruir a estrutura económica do lar de nove filhos. Sem ele saber, sem o magoar de vergonha, pediu apoio alimentar para um casa onde nunca tinha faltado nada.


Entretanto, nem tudo são lágrimas:

O lucro do Millennium BCP atingiu 191 milhões de euros no primeiro trimestre do ano. Os resultados em base recorrente cresceram 16% nos primeiros três meses do ano.

O Banco Espírito Santo divulgou quinta-feira um lucro de 139,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 33% que no período homólogo...

O BPI obteve um resultado líquido de 96,8 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, um valor que corresponde a uma subida de 30 por cento face a igual período do ano anterior.

O resultado do Banco Bilbao Viscaya y Argentaria (BBVA) subiu para pouco mais de 1,25 mil milhões de euros, mais 23% no resultado líquido no primeiro trimestre de 2007.

O Banco Santander Central Hispano obteve um resultado líquido de 1,8 mil milhões de euros, no primeiro trimestre do ano. Este valor representa mais 21% que no período homólogo...



Fernando Madrinha - Jornal Expresso - 1/9/2007:

«Para um breve retrato deste nosso país singular onde cada vez mais mulheres dão à luz em ambulâncias - e assim ajudam o ministro Correia de Campos a poupanças significativas nas maternidades que ainda não foram encerradas -, basta retomar três ou quatro notícias fortes das últimas semanas. Esta, por exemplo: centenas e centenas de famílias pedem conselho à Deco porque estão afogadas em dívidas à banca. São pessoas que ainda têm vontade e esperança de cumprir os seus compromissos. Mas há milhares que já não pagam o que devem e outras que já só vivem para a prestação da casa. Com o aumento sustentado dos juros, uma crise muito séria vem aí a galope

«Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles . Daí que os manda-chuvas do Millenium BCP se permitam andar há meses numa guerra para ver quem manda mais, coisa que já custou ao banco a quantia obscena de 2,3 mil milhões de euros em capitalização bolsista. Ninguém se rala porque,
num país em que os bancos são donos e senhores de quase tudo, esse dinheirinho acabará por voltar às suas mãos

«Quer dizer, as notícias fortes das últimas semanas - as da tal «silly season», em que os jornalistas estão sempre a dizer que nada acontece - são notícias de mau augúrio. Remetem-nos para uma sociedade cada vez mais vulnerável e sob ameaça de desestrutruração, indicam-nos que os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais

 

N'est ce pas, monsieurs les politiques?

 

 


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sinto-me: É tempo de...
publicado por nuno1 às 23:18
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com autorização superior

Terça-feira, Novembro 20, 2007

Aprendam... que eu não duro sempre!

 

Vocês sabiam que na antiga Inglaterra, as pessoas que não fossem da família real, tinham que pedir autorização ao rei para fazer sexo?!
Quando as pessoas queriam ter filhos, pediam ao rei consentimento para tal; aí o Rei mandava entregar nas suas casas uma placa que deveria ser pendurada na porta com a sigla: F.U.C.K. (Fornication Under Consent of the King). Daí a origem da palavra!
Em Portugal, as pessoas eram obrigadas a ter relações...
E colocavam o letreiro: F.O.D.A. (Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo).
Quem não tivesse relações com mulheres, tinha na porta a seguinte sigla: P.A.N.E.L.E.I.R.O. (Por Autorização Normativa Este Lar Está Isento de Relações Oficiais).
Quem fosse solteiro ou viúvo tinha na porta a sigla: P.U.N.H.E.T.A. (Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Auto-induzida).

 

 

sinto-me: Podemos?
publicado por nuno1 às 17:47
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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2007

Afinal ressuscitar é Fácil

Descodificação do nome SOCRATES

Acaba de me chegar às mão um estudo efectuado por cientistas portugueses que descodificaram o nome SOCRATES.

Eis as conclusões do estudo:
 
S alazar
O utrora
C aiu;
R egressou
A gora
T ransformado
E m
S ocialista

 

 

 

publicado por nuno1 às 18:30
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Sábado, 8 de Dezembro de 2007

PAÍS ..TÃO LINDO

Por António Barreto
       http://sorumbatico.blogspot.com/

       A MEIA DÚZIA DE LAVRADORES que comercializam directamente os seus produtos e que sobreviveram aos centros comerciais ou às grandes superfícies vai agora ser eliminada sumariamente. Os proprietários de restaurantes caseiros que sobram, e vivem no mesmo prédio em que trabalham, preparam-se, depois da chegada da "comida rápida", para fechar portas e mudar de vida. Os cozinheiros que faziam a domicílio pratos e "petiscos", a fim de os vender no café ao lado e que resistiram a toneladas de batatas fritas e de gordura reciclada, podem rezar as últimas orações. Todos os que cozinhavam em casa e forneciam diariamente, aos cafés e restaurantes do bairro, sopas, doces, compotas, rissóis e croquetes, podem sonhar com outros negócios. Os artesãos que comercializam produtos confeccionados à sua maneira vão ser liquidados.
       A SOLUÇÃO FINAL vem aí. Com a lei, as políticas, as polícias, os inspectores, os fiscais, a imprensa e a televisão. Ninguém, deste velho mundo, sobrará. Quem não quer funcionar como uma empresa, quem não usa os computadores tão generosamente distribuídos pelo país, quem não aceita as receitas harmonizadas, quem recusa fornecer-se de produtos e matérias-primas industriais e quem não quer ser igual a toda a gente está condenado. Estes exércitos de liquidação são poderosíssimos: têm Estado-maior em Bruxelas e regulam-se pelas directivas europeias elaboradas pelos mais qualificados cientistas do mundo; organizam-se no governo nacional, sob tutela carismática do Ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho; e agem através do pessoal da ASAE, a organização mais falada e odiada do país, mas certamente a mais amada pelas multinacionais da gordura, pelo "cartel" da ração e pelos impérios do açúcar.
       EM FRENTE À FACULDADE onde dou aulas, há dois ou três cafés onde os estudantes, nos intervalos, bebem uns copos, conversam, namoram e jogam às cartas ou ao dominó. Acabou! É proibido jogar! Nas esplanadas, a partir de Janeiro, é proibido beber café em chávenas de louça, ou vinho, águas, refrigerantes e cerveja em copos de vidro. Tem de ser em copos de plástico. Vender, nas praias ou nas romarias, bolas de Berlim ou pastéis de nata que não sejam industriais e embalados? Proibido. Nas feiras e nos mercados, tanto em Lisboa e Porto, como em Vinhais ou Estremoz, os exércitos dos zeladores da nossa saúde e da nossa virtude fazem razias semanais e levam tudo quanto é artesanal: azeitonas, queijos, compotas, pão e enchidos. Na província, um restaurante artesanal é gerido por uma família que  tem, ao lado, a sua horta, donde retira produtos como alfaces, feijão verde, coentros, galinhas e ovos? Acabou. É proibido. Embrulhar castanhas assadas em papel de jornal? Proibido. Trazer da terra, na estação, cerejas e morangos? Proibido. Usar, na mesa do restaurante, um galheteiro para o azeite e o vinagre  é proibido. Tem de ser garrafas especialmente preparadas. Vender, no seu restaurante, produtos da sua quinta, azeite e azeitonas, alfaces e tomate, ovos e queijos, acabou. Está proibido. Comprar um bolo-rei com fava e brinde porque os miúdos acham graça? Acabou. É proibido. Ir a casa buscar duas folhas de alface, um prato de sopa e umas fatias de fiambre para servir uma refeição ligeira a um cliente apressado? Proibido. Vender bolos, empadas, rissóis, merendas e croquetes caseiros é proibido. Só industriais. É proibido ter pão congelado para uma emergência: só em arcas especiais e com fornos de descongelação especiais, aliás caríssimos. Servir areias, biscoitos, queijinhos de amêndoa e brigadeiros feitos pela vizinha, uma excelente cozinheira que faz isto há trinta anos? Proibido.
       AS REGRAS, cujo não cumprimento leva a multas pesadas e ao encerramento do estabelecimento, são tantas que centenas de páginas não chegam para as descrever. Nas prateleiras, diante das garrafas de Coca-Cola e de vinho tinto tem de haver etiquetas a dizer Coca-Cola e vinho tinto. Na cozinha, tem de haver uma faca de cor diferente para cada género. Não pode haver cruzamento de circuitos e de géneros: não se pode cortar cebola na mesma mesa em que se fazem tostas mistas. No frigorífico, tem de haver sempre uma caixa com uma etiqueta "produto não válido", mesmo que esteja vazia. Cada vez que se corta uma fatia de fiambre ou de queijo para uma sanduíche, tem de se colar uma etiqueta e inscrever a data e a hora dessa operação. Não se pode guardar pão para, ao fim de vários dias, fazer torradas ou açorda. Aproveitar outras sobras para confeccionar rissóis ou croquetes? Proibido. Flores naturais nas mesas ou no balcão? Proibido. Têm de ser de plástico, papel ou tecido. Torneiras de abrir e fechar à mão, como sempre se fizeram? Proibido. As torneiras nas cozinhas devem ser de abrir ao pé, ao cotovelo ou com célula fotoeléctrica. As temperaturas do ambiente, no café, têm de ser medidas duas vezes por dia e devidamente registadas. As temperaturas dos frigoríficos e das arcas têm de ser medidas três vezes por dia, registadas em folhas especiais e assinadas pelo funcionário certificado. Usar colheres de pau para cozinhar, tratar da sopa ou dos fritos? Proibido. Tem de ser de plástico ou de aço. Cortar tomate, couve, batata e outros legumes? Sim, pode ser. Desde que seja com facas de cores diferentes, em locais apropriados das mesas e das bancas, tendo o cuidado de fazer sempre uma etiqueta com a data e a hora do corte. O dono do restaurante vai de vez em quando abastecer-se aos mercados e leva o seu próprio carro para transportar uns queijos, uns pacotes de leite e uns ovos? Proibido. Tem de ser em carros refrigerados.
       TUDO ISTO, como é evidente, para nosso bem. Para proteger a nossa saúde. Para modernizar a economia. Para apostar no futuro. Para estarmos na linha da frente. E não tenhamos dúvidas: um dia destes, as brigadas vêm, com estas regras, fiscalizar e ordenar as nossas casas. Para nosso bem, pois claro.

       «Retrato da Semana» - «Público» de 25 de Novembro de 2007

       Manuel Miranda Fernandes
       ------------------------
       Apartado 45
       5001-909 VILA REAL
       PORTUGAL
       Telem. (+351) 961 204 658

sinto-me:
publicado por nuno1 às 20:04
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E A CULPA É DOS PROFESSORES..CLARO

Para terem uma ideia do que faz um professor!!!
>
>O Não Professor do Ano>>> Faço projectos, planos, planificações;> Sou
>membro de assembleias, conselhos, reuniões;> Escrevo actas, relatórios e
>relações;> Faço inventários, requerimentos e requisições; > Escrevo actas,
>faço contactos e comunicações;> Consulto ordens de serviço, circulares,
>normativos e legislações; > Preencho impressos, grelhas, fichas e
>observações;> Faço regimentos, regulamentos, projectos, planos,
>planificações; > Faço cópias de tudo, dossiers, arquivos e encadernações;>
>Participo em actividades, eventos, festividades e acções; > Faço balanços,
>balancetes e tiro conclusões;> Apresento, relato, critico e envolvo-me em
>auto-avaliações; > Defino estratégias, critérios, objectivos e
>consecuções;> Leio, corrijo, aprovo, releio múltiplas redacções; >
>Informo-me, investigo, estudo, frequento formações;> Redijo ordens,
>participações e autorizações; > Lavro actas, escrevo, participo em
>reuniões;> E mais actas, planos, projectos e avaliações;> E reuniões e
>reuniões e mais reuniões!...>> E depois ouço,> alunos, pais, coordenadores,
>directores, inspectores, > observadores, secretários de estado, a ministra>
>e, como se não bastasse, outros professores, > e a ministra!...>> Elaboro,
>verifico, analiso, avalio, aprovo;> Assino, rubrico, sumario, sintetizo,
>informo; > Averiguo, estudo, consulto, concluo,> Coisas curriculares,
>disciplinares, departamentais, > Educativas, pedagógicas, comportamentais,>
>De comunidade, de grupo, de turma, individuais,> Particulares, sigilosas,
>públicas, gerais, > Internas, externas, locais, nacionais,> Anuais,
>mensais, semanais, diárias e ainda querem mais? > - Que eu dê
>aulas!?...**>> * *
>
sinto-me:
publicado por nuno1 às 19:58
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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007

Era uma vez um presépio

Lamentamos, mas:
Os Reis Magos lançaram uma OPA sobre a manjedoura e esta foi retirada do estábulo até decisão governamental;
Os camelos estão no governo;
Os cordeirinhos estão tão magros e tão feios que não podem ser exibidos;
A vaca está louca e não se segura nas patas;
O burro está na escola a dar aulas de substituição;
Nossa Senhora e São José foram chamados à escola para avaliar o burro;
A estrelinha de Belém perdeu o brilho porque o Menino Jesus não tem tempo para olhar para ela;
O Menino Jesus está no Politeama em actividades de enriquecimento curricular e o tribunal de Coimbra ordenou a sua entrega imediata ao pai biológico;
A ASAE fechou  temporariamente o estábulo pela falta da manjedoura e, sobretudo, até serem corrigidas as péssimas condições higiénicas do  estábulo, de acordo com as normas da UE.

 

publicado por nuno1 às 17:18
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Animal esperto

Lisboa , um menino regressa da escola cansado e faminto e  pergunta à
>mãe:
>
>    -"Mamã, que há para comer?"
>    -"Nada, meu filho."
>    O menino olha para o papagaio, que têm na gaiola, e pergunta:
>    -"Mamã, porque não faz papagaio com arroz?"
>    -"Porque não há arroz."
>    -"E papagaio no forno?"
>    -"Não há gás."
>    -"E papagaio no grelhador eléctrico?"
>    -"Não há electricidade."
>    -"E papagaio frito?"
>    -"Não há azeite."
>    E o papagaio feliz gritou:
>    -"VIVÓ  SÓCRATES  !!! VIVÓ  SÓCRATES  !!!"
>
>
publicado por nuno1 às 17:12
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