Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

BOA SOLUÇÃO

Nas avaliações do 1º período, vou seguir o exemplo da Ministra...
> Seguindo o exemplo da ministra da educação, vou
> estabelecer quotas nas notas já do primeiro período. Assim: 5% para o
> Excelente e 10% para o Satisfaz Bastante. Se no resto da turma tiver
> mais alunos com avaliações destes níveis, paciência, ficam com Satisfaz.
>
> Assim promovo o mérito dos alunos. Se os pais se sentirem revoltados que
> se queixem à ministra. Se é bom estabelecer cotas para os professores, deve
> ser excelente para os alunos. Atenção que também tenho um filho na escola.
>
> Espero que os professores dele adoptem a mesma medida. Direitos iguais para
> todos.
>
> in Público online
> João Paulo Silva
> Excelente argumento!!!
>
> Por FAVOR: passem e repassem este mail a toda a gente que conhecerem!!! 
publicado por nuno1 às 19:56
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

Ontem..hoje..amanhã

ANTES DA POSSE

Lêr o Texto 


O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar nossos ideais
Mostraremos que é grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo de nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política
.

DEPOIS DA POSSE


Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA

 

 

publicado por nuno1 às 14:36
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Domingo, 11 de Novembro de 2007

ASSIM VAMOS NÓS

Carta aberta ao Senhor Presidente da República Portuguesa
>
>
>Ílhavo, 22 de Outubro de 2007
>
>        Senhor Presidente da República Portuguesa
>
>        Excelência:
>
>        Disse V. Excia, no discurso do passado dia 5 de Outubro, que os
>professores precisavam de ser dignificados e eu ouso acrescentar: "Talvez
>V. Excia não saiba bem quanto!"
>
>        1. Sou professor há mais de trinta e seis anos e no ano passado
>tive o primeiro contacto com a maior mentira e o maior engano (não lhe
>chamo fraude porque talvez lhe falte a "má-fé") do ensino em Portugal que
>dá pelo nome de Cursos de Educação e Formação (CEF).
>        A mentira começa logo no facto de dois anos nestes cursos darem
>equivalência ao 9º ano, isto é, aldrabando a Matemática, dois é igual a
>três!
>        Um aluno pode faltar dez, vinte, trinta vezes a uma ou a várias
>disciplinas (mesmo estando na escola) mas, com aulas de remediação, de
>recuperação ou de compensação (chamem-lhe o que quiserem mas serão sempre
>sucedâneos de aulas e nunca aulas verdadeiras como as outras) fica sem
>faltas. Pode ter cinco, dez ou quinze faltas disciplinares, pode inclusive
>ter sido suspenso que no fim do ano fica sem faltas, fica puro e imaculado
>como se nascesse nesse momento.
>        Qual é a mensagem que o aluno retira deste procedimento? Que pode
>fazer tudo o que lhe apetecer que no final da ano desce sobre ele uma luz
>divina que o purifica ao contrário do que na vida acontece. Como se vê
>claramente não pode haver melhor incentivo à irresponsabilidade do que
>este.
>
>        2. Actualmente sinto vergonha de ser professor porque muitos alunos
>podem este ano encontrar-me na rua e dizerem: "Lá vai o palerma que se
>fartou de me dizer para me portar bem, que me dizia que podia reprovar por
>faltas e, afinal, não me aconteceu nada disso. Grande estúpido!"
>
>        3. É muito fácil falar de alunos problemáticos a partir dos
>gabinetes mas a distância que vai deles até às salas de aula é abissal. E
>é-o porque quando os responsáveis aparecem numa escola levam atrás de si
>(ou à sua frente, tanto faz) um magote de televisões e de jornais que se
>atropelam uns aos outros. Deviam era aparecer nas escolas sem avisar, sem
>jornalistas, trazer o seu carro particular e não terem lugar para
>estacionar como acontece na minha escola.
>        Quando aparecem fazem-no com crianças escolhidas e pagas por uma
>empresa de casting para ficarem bonitos (as crianças e os governantes) na
>televisão.
>        Os nossos alunos não são recrutados dessa maneira, não são louros,
>não têm caracóis no cabelo nem vestem roupa de marca.
>        Os nossos alunos entram na sala de aula aos berros e aos
>encontrões, trazem vestidas camisolas interiores cavadas, cheiram a suor e
>a outras coisas e têm os dentes em mísero estado.
>        Os nossos alunos estão em estado bruto, estão tal e qual a Natureza
>os fez, cresceram como silvas que nunca viram uma tesoura de poda. Apesar
>de terem 15/16 anos parece que nunca conviveram com gente civilizada.
>        Não fazem distinção entre o recreio e o interior da sala de aula
>onde entram de boné na cabeça, headphones nos ouvidos continuando as
>conversas que traziam do recreio.
>        Os nossos alunos entram na sala, sentam-se na cadeira, abrem as
>pernas, deixam-se escorregar pela cadeira abaixo e não trazem nem
>esferográfica nem uma folha de papel onde possam escrever seja o que for.
>        Quando lhes digo para se sentarem direitos, para se desencostarem
>da parede, para não se virarem para trás olham-me de soslaio como que a
>dizer "Olha-me este!" e passados alguns segundos estão com as mesmas
>atitudes.
>
>        4. Eu não quero alunos perfeitos. Eu quero apenas alunos normais!!!
>           Alunos que ao serem repreendidos não contradigam o que eu disse
>e que ao serem novamente chamados à razão não voltem a responder querendo
>ter a última palavra desafiando a minha autoridade, não me respeitando nem
>como pessoa mais velha nem como professor. Se nunca tive de aturar faltas
>de educação aos meus filhos por que é que hei-de aturar faltas de educação
>aos filhos dos outros? O Estado paga-me para ensinar os alunos, para os
>educar e ajudar a crescer; não me paga para os aturar! Quem vai conseguir
>dar aulas a alunos destes até aos 65 anos de idade?
>        Actualmente só vai para professor quem não está no seu juízo
>perfeito mas se o estiver, em cinco anos (ou cinco meses bastarão?...) os
>alunos se encarregarão de lhe arruinar completamente a sanidade mental.
>        Eu quero alunos que não falem todos ao mesmo tempo sobre coisas que
>não têm nada a ver com as aulas e quando peço a um que se cale ele não me
>responda: "Por que é que me mandou calar a mim? Não vê os outros também a
>falar?"
>        Eu quero alunos que não façam comentários despropositados de modo a
>que os outros se riam e respondam ao que eles disseram ateando o rastilho
>da balbúrdia em que ninguém se entende.
>        Eu quero alunos que não me obriguem a repetir em todas as aulas
>"Entram, sentam-se e calam-se!"
>        Eu quero alunos que não usem artes de ventríloquo para assobiar,
>cantar, grunhir, mugir, roncar e emitir outros sons. É claro que se eu não
>quisesse dar mais aula bastaria perguntar quem tinha sido e não sairia mais
>dali pois ninguém assumiria a responsabilidade.
>        Eu quero alunos que não desconheçam a existência de expressões como
>"obrigado", "por favor" e "desculpe" e que as usem sempre que o seu emprego
>se justifique.
>        Eu quero alunos que ao serem chamados a participar na aula não me
>olhem com enfado dizendo interiormente "Mas o que é que este quer agora?" e
>demorem uma eternidade a disponibilizar-se para a tarefa como se me
>estivessem a fazer um grande favor. Que fique bem claro que os alunos não
>me fazem favor nenhum em estarem na aula e a portarem-se bem.
>        Eu quero alunos que não estejam constantemente a receber e a enviar
>mensagens por telemóvel e a recusarem-se a entregar-mo quando lho peço para
>terminar esse contacto com o exterior pois esse aluno "não está na sala",
>está com a cabeça em outros mundos.
>        Eu sou um trabalhador como outro qualquer e como tal exijo
>condições de trabalho! Ora, como é que eu posso construir uma frase
>coerente, como é que eu posso escolher as palavras certas para ser claro e
>convincente se vejo um aluno a balouçar-se na cadeira, outro virado para
>trás a rir-se, outro a mexer no telemóvel e outro com a cabeça pousada na
>mesa a querer dormir?
>        Quando as aulas são apoiadas por fichas de trabalho gostaria que os
>alunos, ao sair da sala, não as amarrotassem e deitassem no cesto do lixo
>mesmo à minha frente ou não as deixassem "esquecidas" em cima da mesa.
>        Nos últimos cinco minutos de uma aula disse aos alunos que se
>aproximassem da secretária pois iria fazer uma experiência ilustrando o que
>tinha sido explicado e eles puseram os bonés na cabeça, as mochilas às
>costas e encaminharam-se todos em grande conversa para a porta da sala à
>espera que tocasse. Disse-lhes: "Meus meninos, a aula ainda não acabou!
>Cheguem-se aqui para verem a experiência!" mas nenhum deles se moveu um
>milímetro!!!
>        Como é possível, com alunos destes, criar a empatia necessária para
>uma aula bem sucedida?
>        É por estas e por outras que eu NÃO ADMITO A NINGUÉM, RIGOROSAMENTE
>A NINGUÉM, que ouse pensar, insinuar ou dizer que se os meus alunos não
>aprendem a culpa é minha!!!
>
>        5. No ano passado tive uma turma do 10º ano dum curso profissional
>em que um aluno, para resolver um problema no quadro, tinha de multiplicar
>0,5 por 2 e este virou-se para os colegas a perguntar quem tinha uma
>máquina de calcular!!! No mesmo dia e na mesma turma outro aluno também
>pediu uma máquina de calcular para dividir 25,6 por 1.
>        Estes alunos podem não saber efectuar estas operações sem máquina e
>talvez tenham esse direito. O que não se pode é dizer que são alunos de uma
>turma do 10º ano!!!
>        Com este tipo de qualificação dada aos alunos não me admira que,
>daqui a dois ou três anos, estejamos à frente de todos os países europeus e
>do resto do mundo. Talvez estejamos só que os alunos continuarão a ser
>brutos, burros, ignorantes e desqualificados mas com um diploma!!!
>
>        6. São estes os alunos que, ao regressarem à escola, tanto orgulho
>dão ao Governo. Só que ninguém diz que os Cursos de Educação e Formação são
>enormes ecopontos (não sejamos hipócritas nem tenhamos medo das palavras)
>onde desaguam os alunos das mais diversas proveniências e com histórias de
>vida escolar e familiar de arrepiar desde várias repetências e inúmeras
>faltas disciplinares até famílias irresponsáveis.
>        Para os que têm traumas, doenças, carências, limitações e
>dificuldades várias há médicos, psicólogos, assistentes sociais e outros
>técnicos, em quantidade suficiente, para os ajudar e complementar o
>trabalho dos professores?
>        Há alunos que têm o sublime descaramento de dizer que não andam na
>escola para estudar mas para "tirar o 9º ano".
>        Outros há que, simplesmente, não sabem o que andam a fazer na
>escola…
>        E, por último, existem os que se passeiam na escola só para
>boicotar as aulas e para infernizar a vida aos professores. Quem é que
>consegue ensinar seja o que for a alunos destes? E por que é que eu tenho
>de os aturar numa sala de aula durante períodos de noventa e de quarenta e
>cinco minutos por semana durante um ano lectivo? A troco de quê? Da
>gratidão da sociedade e do reconhecimento e do apreço do Ministério não é,
>de certeza absoluta!
>
>        7. Eu desafio seja quem for do Ministério da Educação (ou de outra
>área da sociedade) a enfrentar ( o verbo é mesmo esse, "enfrentar", já que
>de uma luta se trata…), durante uma semana apenas, uma turma destas
>sozinho, sem jornalistas nem guarda-costas, e cumprir um horário de
>professor tentando ensinar um assunto qualquer de uma unidade didáctica do
>programa escolar.
>        Eu quero saber se ao fim dessa semana esse ilustre voluntário ainda
>estará com vontade de continuar. E não me digam que isto é demagogia porque
>demagogia é falar das coisas sem as conhecer e a realidade escolar está
>numa sala de aula com alunos de carne, osso e odores e não num gabinete
>onde esses alunos são números num mapa de estatística e eu sei
>perfeitamente que o que o Governo quer são números para esse mapa, quer os
>alunos saibam estar sentados numa cadeira ou não (saber ler e explicar o
>que leram seria pedir demasiado pois esse conhecimento justificaria
>equivalência, não ao 9º ano, mas a um bacharelato…).
>        É preciso que o Ministério diga aos alunos que a aprendizagem exige
>esforço, que aprender custa, que aprender "dói"! É preciso dizer aos alunos
>que não basta andar na escola de telemóvel na mão para memorizar
>conhecimentos, aprender técnicas e adoptar posturas e comportamentos
>socialmente correctos.
>
>        Se V.Excia achar que eu sou pessimista e que estou a perder a
>sensibilidade por estar em contacto diário com este tipo de jovens pergunte
>a opinião de outros professores, indague junto das escolas, mande alguém
>saber. Mas tenha cuidado porque estes cursos são uma mentira…
>
>        Permita-me discordar de V. Excia mas dizer que os professores têm
>de ser dignificados é pouco, muito pouco mesmo…
>
>         Atenciosamente
>
>
>
>Domingos Freire Cardoso
>Professor de Ciências Físico-Químicas
>Rua José António Vidal, nº 25 C
>3830 - 203 ÍLHAVO
>Tel. 234 185 375  /  93 847 11 04
>E-mail: dfcardos@gmail.com
>
>
>
>
>
>
publicado por nuno1 às 15:26
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FEIOS..PORCOSE MAUS

Exactamente no período que antecedeu o tristíssimo espectáculo que foi o debate do Orçamento, comecei a ler p volume

 

VII de “Os Reis Malditos” de Maurice Druon, intitulado “De como um Rei perdeu a França”. Trata-se, no seu conjunto, de

 

uma reconstituição romanceada da história de frança, a partir de Filipe o Belo.

 

Não vem para o caso fazer a análise da obra citada. O que me proponho, por me parecer oportuno, é transcrever a

 

introdução ao volume que ando agora a ler, para que os meus amigos possam, feitas as devidas correcções de tempo,

 

lugar, grandeza e riqueza, tirar as suas conclusões.

 

Aí vai, portanto:

 

 

“     As tragédias da história revelam os grandes homens, mas são os homens medíocres que provocam as

 

tragédias.

    

       No início do século XIV, a França é o mais poderoso, o mais populoso, o mais activo, o mais rico dos reinos

 

cristãos, aquele cujas intervenções são mais temidas, cujas arbitragens são mais respeitadas, cuja protecção é

 

mais procurada. Poderia pensar-se que estava a começar na Europa um século francês. 

 

       O que explica então que, quarenta anos mais tarde, essa mesma França seja esmagada por uma nação cinco

 

vezes menos populosa, a sua nobreza esteja dividida em facções, a sua burguesia se revolte, o seu povo

 

sucumba ao peso excessivo dos impostos, as suas províncias se separem, e por toda a parte se multipliquem os

 

bandos de salteadores que se entregam à violência e ao crime, a autoridade seja desprezada, a moeda

 

desvalorizada, o comércio esteja paralisado e a miséria e a insegurança imperem em todo o reino? Porquê esta

 

decadência? Que acontecimento inflectiu o destino da França?

 

       Foi a mediocridade. A mediocridade de alguns reis, a sua vaidade, a ligeireza com que conduziram os

 

negócios, a sua incapacidade de se rodearem de homens de valor, a sua indiferença, a sua presunção, a sua

 

incapacidade de conceber grandes desígnios, ou mesmo apenas perseguir os que haviam sido delineados

 

antes deles.

 

      Nada é feito com brilhantismo na ordem política, e nada dura, sem a presença de homens cujo génio, carácter

 

e vontade inspirem, reúnam e dirijam as energias de um povo.

 

     Quando no topo da hierarquia do Estado se sucedem personagens incapazes, tudo se desagrega. A unidade

 

desaparece quando a grandeza se dilui. “

publicado por nuno1 às 12:39
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Terça-feira, 6 de Novembro de 2007

hABITANTE DO TERCEIRO MUNDO

Portugal, S.A.

Por causa de um inenarrável contrato assinado em 1994, a Lusoponte tem o exclusivo rodoviário na travessia do Tejo a jusante da ponte de Vila Franca de Xira. Quem negociou tão original contrato? O ministro das Obras Públicas, Engº. Joaquim Martins Ferreira do Amaral. E por causa desta exclusividade, a Lusoponte poderá vir a receber uma compensação por causa da construção da terceira ponte sobre o Tejo. Quem é que está contente? O presidente do Conselho de Administração da Lusoponte, Engº. Joaquim Martins Ferreira do Amaral.



 
 
sinto-me: uM POVO CORNEADO
publicado por nuno1 às 22:22
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